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Ansiedade de separação infantil: como ajudar a criança a lidar com a ausência da mãe

Publicado em 27.04.2026 |
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Ansiedade de separação infantil: como ajudar a criança a lidar com a ausência da mãe 

Sabe aquele aperto no peito, aquela vontade chorar que lhe dá quando deixa seu filho ou sua filha na creche ou na escola chorando? Você está participando de um processo natural e esperado. 

Mas como não sofrer com o choro triste e apelativo da criança? E a visível angústia?! Sim, ainda assim são reações esperadas e naturais. Mesmo que muito doloroso para os pais é uma fase que faz parte do processo de aprendizagem e amadurecimento emocional e cognitivo da infância

Segundo a teoria do apego, desenvolvida por John Bowlby, é natural que a criança não queira ficar sem a mãe, pois ela representa sua principal fonte de segurança. Esse comportamento é especialmente visível em situações como a adaptação escolar com choro.

Embora desafiadora, essa fase é importante — e pode ser conduzida de forma mais tranquila com apoio adequado.

O declínio natural da ansiedade de separação

A ansiedade de separação costuma surgir entre os 8 meses e os 3 anos de idade, coincidindo com o desenvolvimento da chamada permanência do objeto, conceito estudado por Jean Piaget. 

Nesse estágio, a criança passa a entender que a mãe existe mesmo quando não está presente — o que, de forma quase contraditória, aumenta a ansiedade, pois ela sente a ausência de forma mais intensa.

Pesquisas realizadas por instituições renomadas, assim como a American Academy of Pediatrics, indicam que, com o amadurecimento cognitivo e emocional, e com experiências repetidas de separação seguidas de reencontro, a tendência é que essa ansiedade diminua naturalmente. Ou seja, o choro na escola não é um problema em si, mas parte de um processo de adaptação.

Como lidar com ansiedade de separação

Se você busca entender como lidar com ansiedade de separação, a ciência aponta algumas estratégias eficazes: 

✔ Rotinas previsíveis ajudam a reduzir a incerteza (National Institute of Child Health and Human Development)  

✔ Despedidas consistentes e rápidas evitam prolongar o estresse 

✔ Validação emocional contribui para o desenvolvimento da regulação emocional 

✔ Exposição gradual à separação fortalece a autonomia  

Essas práticas ajudam a criança a desenvolver o que chamamos de segurança emocional, essencial para explorar o mundo com confiança. 

Mas existe um fator-chave nesse processo que vai além das rotinas: o brincar. 

O papel do brincar nesse processo

Já é sabido e comprovado cientificamente que o brincar é e sempre será essencial para o desenvolvimento humano. Uma criança se desenvolve de forma completa brincando. E isso não é algo presumido, estudiosos e pesquisas comprovaram esse feito. Podemos citar algumas áreas que conseguiram essa comprovação: 

✔ Na Psicanálise, Donald Winnicott trouxe uma visão emocional profunda do brincar. 

   • Criou o conceito de “espaço potencial” — um espaço entre realidade e imaginação  

   • O brincar acontece nesse espaço e permite:  
      • Expressão emocional  
      • Desenvolvimento do self  
      • Segurança psicológica  

Para ele: “é no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo é capaz de ser criativo e usar a personalidade de forma integral” 

✔ Na Neurociência, Stuart Brown, psiquiatra, pesquisador contemporâneo e Fundador do National Institute for Play (EUA), estudou o impacto da ausência de brincar no desenvolvimento. Concluiu o seguinte: o brincar é essencial para:  

   • Flexibilidade cognitiva  

   • Resolução de problemas 

   • Regulação emocional

Ele afirma que o brincar é um estado biológico necessário, não um luxo. 
 
 
Do ponto de vista científico, o brincar permite que a criança: 

✔ Regule emoções (Panksepp, neurociência afetiva) 

✔ Elabore experiências difíceis por meio do faz de conta (Vygotsky) 

✔ Desenvolva habilidades sociais e empatia  

✔ Simule situações reais com menor carga emocional  

E aqui entra um ponto importante: brincar não tem idade nem função limitada — é uma ferramenta de desenvolvimento contínuo. 

Quando a criança brinca de separação e reencontro (como “ir para a escola” ou “cuidar de alguém”), ela está simbolizando suas próprias experiências. Esse processo simbólico é fundamental para reduzir a ansiedade.

Estudos mostram que o brincar simbólico (faz de conta) está diretamente relacionado à capacidade de lidar com situações estressantes, pois ajuda a criança a dar significado ao que sente. 

A importância da estimulação no momento da adaptação

Durante fases como a adaptação escolar com choro, oferecer estímulos adequados pode facilitar muito o processo. 

Brinquedos que envolvem cuidado, vínculo e narrativa ajudam a criança a: 

✔Projetar emoções  

✔ Treinar situações de separação  

✔ Desenvolver empatia e segurança 

 Quando se preocupar? 

Apesar de ser uma fase comum, alguns sinais podem indicar necessidade de atenção: 

✔ Ansiedade intensa e persistente por semanas  

✔ Recusa contínua em frequentar a escola  

✔ Sintomas físicos recorrentes (como dor abdominal)  

✔ Impacto no sono ou alimentação  

Nesses casos, é recomendado buscar orientação profissional. 

Em que a Ideiaria pode lhe ajudar nesse processo? 

Como já vimos anteriormente, para uma adaptação escolar mais tranquila é necessário oferecer estímulos corretos e o brincar tem papel fundamental. Um brinquedo nunca é “só um brinquedo”, é uma ferramenta, um instrumento de desenvolvimento, mas é possível falarmos de alguns em específico que são capazes de atingir um nível extraordinário de profundidade a ser alcançada na afetividade e na inteligência emocional. 

E, sem dúvidas, a linha “Bichos Grávidos” da marca Cas Bichos de Pano é um exemplo, pois se conecta diretamente com a questão da ansiedade de separação. 

A linha é composta por diversos tipos de animais, há mamíferos, répteis, aves e peixes. Nessa linha há sempre a mãe e o filhote. 

Em momentos de separação, como ir para a escola, a hora de dormir ou qualquer outra situação que possa trazer a ansiedade de separação à criança, os “Bichos Grávidos” ajudarão proporcionando suporte emocional. 

Vai funcionar assim: o tutor ou tutora da criança vai ficar com “o Bichinho Mamãe” e a criança vai ficar com “o  bichinho filhote”, será criado, em todos esses momentos de ansiedade e angústia, uma narrativa onde o reencontro sempre acontecerá e a angústia e o medo sumirão, pois a criança entenderá que o vínculo é constante, mesmo à distância. Criando assim um ciclo de estímulos e respostas, motivação e recompensa. 

Esse tipo de brincadeira ativa mecanismos emocionais semelhantes aos envolvidos no apego, promovendo segurança interna, além de um desenvolvimento suave e consistente.

Conheça algumas opções de “Bichos Grávidos” que temos disponíveis:

1. Pelúcia Hipopótamo Fêmea com Filhote - Cas Bichos de Pano

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2. Pelúcia Bicho Preguiça com Filhote - Cas Bichos de Pano

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3. Pelúcia Girafa com Filhote - Cas Bichos de Pano

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4. Pelúcia Tartaruga Casco Laranja com Filhotes - Cas Bichos de Pano

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